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Correio da Manhã

Opinião
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Acácio Pereira

Governo força greve

Em processos negociais difíceis, é essencial que os parceiros sociais revelem capacidade de negociação e evitem posições extremadas. É preciso contar com a abertura da tutela, com a contenção dos sindicatos e, ponto crucial, com a personalidade dos decisores intermédios.

Acácio Pereira 13 de Novembro de 2012 às 01:00

 Pondo ao serviço do país o seu carácter, estes últimos deverão explicar ao Governo as dificuldades do serviço que dirigem. Terão de fazer a ponte com as estruturas sindicais revelando, sem pruridos, os condicionalismos a que estão sujeitos. E em nenhuma altura deverão esquecer as suas responsabilidades, mesmo que isso comprometa as suas legítimas ambições pessoais.

O Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização – SEF tem uma posição inédita: apresenta propostas construtivas, que não oneram o Estado e apenas quer fazer face a um mínimo de condições de trabalho a que a lei obriga. Mas a intransigência do Governo na rejeição destas propostas construtivas e equilibradas tem sido o principal obstáculo à saída da crise e a única razão para o incontornável conflito social.

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