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Correio da Manhã

Opinião
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21 de Setembro de 2012 às 01:00

Os conselheiros e o mais alto Magistrado da Nação procurarão compreender o que os portugueses manifestamente ainda não compreenderam – qual o sentido das mais recentes medidas de austeridade, porque falhou a execução orçamental de 2012, a quem serve a transferência de capital das famílias para as empresas através da TSU, porque é que estas medidas foram apresentadas sem ouvir os parceiros sociais e porque é que os partidos da coligação não se entenderam em privado antes de divulgarem publicamente as medidas.

Que seja um Conselho de Estado produtivo. É bom que ele possa dar um contributo para que o Governo regenere a podridão que indicia. Portugal precisa de uma governação sólida, capaz de resolver os problemas do País e de se focar na solução das necessidades das pessoas.

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