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Correio da Manhã

Opinião
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16 de Fevereiro de 2007 às 00:00
Falta a entrada em competições internacionais e por uma razão de peso: os nossos bonecos são de chumbo, mas, lá fora, de plástico. Lá fora, pedolim (Brasil), foosball (EUA) e, sobretudo, futbolín (Espanha).
Digo ‘sobretudo’ em agradecimento ao galego Alexandre Finisterre. Poeta falhado, ele ficou para a História como o pai dos matrecos. Ferido na Guerra Civil espanhola, viu, no hospital onde estava, meninos ainda mais feridos e com um lamento: nunca mais poderem jogar futebol. Uma mesa com balizas, bonecos juntos por uma barra e uma bola. E o “nunca mais” resolveu-se.
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