Barra Cofina

Correio da Manhã

Opinião
1
11 de Julho de 2010 às 00:30

A Espanha tem motivos para acreditar. Tem a melhor selecção de que há memória (matriz: Barcelona-Cruyff) e um treinador lúcido e experiente no banco. Talvez consiga hoje. Há 36 anos (7 Julho de 1974), a ‘Laranja Mecânica’ tinha o ‘general’ Rinus Michels no banco e um onze de fabulosos holandeses voadores com Cruyff, Neeskens, Keizer, Suurbier, Haan, Rep, Krol, Van Hanegen e Resenbrink.

A Holanda marcou no primeiro minuto da final (Neeskens) e parecia embalada para a conquista que todo o mundo esperava e até ansiava – todo menos os alemães. 36 anos depois, a Holanda volta à final do Mundial espaldada num percurso exemplar (14 vitórias em 14 jogos) e disposta a resgatar, pela segunda vez, a injustiça histórica de 1974. Talvez hoje.

Ver comentários