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Correio da Manhã

Opinião
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3 de Abril de 2005 às 00:00
Este Papa foi uma personalidade marcante. Admiro sobretudo o discernimento do Papa João Paulo II perante as situações, isto é, a capacidade que ele sempre teve de identificar perfeitamente o que se deve fazer, ou dizer, ou promover no momento próprio e sem hesitações.
Por isso, julgo que João Paulo II não se arrependeu de não ter feito qualquer coisa, nem deve ter-se arrependido de ter feito outra coisa. É este sentido de oportunidade e de identificação com o dever que mais admiro na personalidade do Papa João Paulo II.
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