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Correio da Manhã

Opinião
8
31 de Março de 2008 às 00:30

Não interessa (aqui e agora) se Carlos Azevedo possui ou não alguma razão: é o porta-voz da Conferência Episcopal e representa a Igreja portuguesa. Ou seja, estamos a assistir a uma viragem estratégica. Depois de muitos anos em que a Igreja nacional se manteve afastada das tricas políticas está a chegar um novo período em que se assume como mais um actor nesse palco. Porque sou de direita, lamento-o. Nas recentes eleições espanholas o partido de Rajoy colou-se às posições mais extremas da Igreja espanhola. Segundo muitos observadores, essa foi uma das razões principais que o levaram à derrota.

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