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Correio da Manhã

Opinião
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19 de Novembro de 2005 às 00:00
Por acaso, não está: Portugal está lá, com os seus aliados, em mandato de paz. Mas Portugal até podia estar errado e os seus soldados não deixavam de estar lá por Portugal. O sargento João Paulo Roma Pereira cumpriu o dever que tinha com a sua causa – deu-se por inteiro.
Cabe a Portugal honrar o seu morto – e quando digo Portugal, digo também quem fala nos cafés e escreve e-mails nos jornais. O sargento Pereira não morreu por acidente. Morreu porque escolheu um dever em que se incluía a hipótese de morrer. Eu, que ganho a vida sem esse risco, não posso ter senão o gesto da gente vulgar: inclinar--me perante o herói.
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