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Correio da Manhã

Opinião
8
10 de Março de 2003 às 00:00
Há muito tempo que o diagnóstico está feito: o romeno até um morto é capaz de desmotivar. Mesmo 'em alta' nunca teve o plantel do seu lado e, neste campeonato, a distância entre o treinador e a equipa é enorme: quando os jogadores estão no Campo Grande o romeno está no Dafundo. Com o máximo de respeito, o cérebro de Bölöni parece um congelador – as ideias saem frias, completamente 'árticas' e a equipa não é capaz de um assomo de rebeldia, apesar de não estar inocente. A SAD corre o risco de se confundir com Bölöni. Se o romeno não faz a equipa reagir e se a SAD não consegue fazer reagir o treinador, então estamos perante um futebol inerte. Uma SAD inerte é pior que um treinador inerte. Nota final: O que é que faz com que neste projecto de País o presidente da Câmara Municipal de Lisboa receba nos Paços do Concelho a comitiva da Naval da Figueira da Foz?...
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