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Correio da Manhã

Opinião
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16 de Março de 2010 às 00:30

‘Mutatis mutandis’ é como se António Lobo Antunes fosse o bibliotecário de Margarida Rebelo Pinto ou Maria João Pires carregasse com o piano de Armando Gama. Mete dó. E o resultado é, quase sempre, o que se vê. Mais uma arbitragem lastimável de um árbitro incorrigível, mas certamente bem relacionado. Só assim se justifica o injustificável.

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