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Correio da Manhã

Opinião
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7 de Novembro de 2005 às 00:00
Há novos tipos de crimes, há uma justiça que procura ser mais justa e indagar das práticas de uma parte da sociedade que até há algum tempo atrás estava quase isenta de ser investigada e há a dificuldade das autoridades em equipamentos e recursos humanos para poder investigar tudo isso.
Infelizmente, não há Norte, nem Centro, nem Sul em tudo isto no Portugal de hoje e dizer, como ontem o fazia o fiscalista Saldanha Sanches, que “o Norte revela condições sociológicas de uma relação próxima entre o poder local e os magistrados”, sugerindo assim que há uma justiça diferente nessa região do mesmo País, parece demasiado simplista para explicar o que quer que seja.
Fosse esse o problema, ou ao menos um dos problemas, e era fácil resolvê-lo. Saldanha Sanches fala sobre os processos contra Pinto da Costa que foram arquivados – e do que se sabe não se percebe bem por que não o seriam –, e do caso Fátima Felgueiras. Por cada um desses podia falar de dezenas em qualquer outro ponto do País. A propósito: o caso Eurominas está a ser investigado por quem?
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