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Correio da Manhã

Opinião
2 de Julho de 2010 às 00:30

Outras, como Villa e Higuaín, Tévez ou Robben, superaram. A maioria ficou na média, mas algumas ainda podem explodir. É o caso de Kaká. A forma como Kaká assume a sua fé tem sido notada. E o ar de bom rapaz provoca a torcida. Como no dia 29, quando foi substituído frente ao Chile. Ao sair de campo, Kaká terá dito uma palavra menos cristã, o que foi logo aproveitado: em minutos havia uma sigla para reunir as anedotas, #Kakabadboy, e criaram-se blogs para a diversão. Uma das piadas que melhor ilustra o tom: "Em um ato de vandalismo, certa vez Kaká cortou o papel higiénico fora do picotado." Sobra espaço para outra? "Kaká é tão bad boy que quando tinha 15 anos assistiu um filme com faixa etária 16 anos." Um golo esta tarde, Kaká, e toda a piada sumirá nesse instante.

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