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Correio da Manhã

Opinião
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11 de Junho de 2008 às 00:30

Esfuziantes, abraçaram-me com um difícil ‘françoguês’ – mas o que é que isso importa num jogo de bola? Aos 18 minutos já perdíamos por 2-0. Embora desolado, dei por mim a consolar homens graúdos, alguns ainda mais barrigudos do que eu, que choravam copiosamente.

Depois, o melhor de todos nós, Figo, deu um pontapé na má sorte e Portugal arrancou uma vitória inolvidável. Ao meu lado ainda se chorava mas já não era fado – era um orgulho cantado em Hino com um delicioso sotaque.

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