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Correio da Manhã

Opinião
8
21 de Maio de 2011 às 00:30

 Ambos entregam as alegações finais a vozes femininas sensuais e vulcânicas – Marisa Liz pelos Amor Electro (‘Cai o Carmo e a Trindade’), Gisela João pelos Atlantihda. Fogem às regras do centrão cinzento e previsível e, no entanto, nunca se encontram – a ‘pop’ electrónica sai bem servida, com falhas pontuais, e a procura do "português genuíno" marca pontos, com margem de progressão. Sintetizadores contra violoncelo, beats contra adufes? Nada disso. São lusitanos divergentes que ajudam a olhar o espelho e nos levam a cantar em coro, a plenos e orgulhosos pulmões. Bem-vindos.

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