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Correio da Manhã

Opinião
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12 de Julho de 2010 às 00:30

As derrapagens nas obras públicas que beneficiam sempre as mesmas empresas, o recurso a gabinetes de advogados principescamente pagos, a existência injustificada de entidades públicas (institutos, empresas, gabinetes, comissões, etc., etc.,) com dirigentes e quadros escolhidos por critérios partidários, que se atropelam uns aos outros sem qualquer grau de produtividade, enfim, a má gestão e o desgoverno dos dinheiros públicos, que o mesmo é dizer do dinheiro dos impostos pagos sempre pelos mesmos, só podiam conduzir a este resultado.

Mas atenção! No sector da Justiça o que resta para cortar é nada! O Estado nunca apostou nesta função de soberania. A não ser que se acredite que temos a melhor Justiça da Europa. Aí, a margem para poupar é grande!...

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