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Correio da Manhã

Opinião
8 de Fevereiro de 2011 às 00:30

Agora,a um mês da posse do Presidente, a cena repete-se. O PCP de Jerónimo de Sousa, farto de greves, manifestações e acções judiciais inúteis, atirou a toalha ao chãoe admite votar uma moção de censura, mesmo que venha da direita das trevas. E Marcelo Rebelo de Sousa, animado com a promessa, já marcou o funeral do Governo. Mas quem conhece o animal feroz sabe perfeitamente que a morte anunciada do senhor engenheiro relativo é um manifesto exagero.

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