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Correio da Manhã

Opinião
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17 de Outubro de 2011 às 20:40

A grande pergunta que hoje se faz não é já se o corte adicional de 14% da remuneração anual dos funcionários públicos e pensionistas é justa ou não. E se isto chega. Se haverá mais austeridade. Se entramos ou saímos de uma espiral recessiva como na Grécia. Se isto é bater no fundo.

Ninguém sabe a resposta. Mas sabe-se o seguinte: o corte de despesa do Estado não pode ficar-se apenas pelas pensões e pelos salários. Essa é a forma mais bruta, mas também mais fácil, de se chegar a uma redução. É aquela que garante corte mais certo.

Mas também mais injusto. O Governo falhou no compromisso de cortar as gorduras e está atrasado na promessa de fundir institutos e empresas.

Este Orçamento do Estado era inevitável ontem porque não se fez nada anteontem. E amanhã?

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