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Correio da Manhã

Opinião
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9 de Janeiro de 2009 às 00:30

Em 1982 comecei no extinto ‘Comércio do Porto’, com um conjunto de amigos e condiscípulos da Universidade Católica (Luís Cabral, Eduardo Stock, Pedro Duarte Neves, Paulo C. Pereira e Emídeo Pinheiro ) e dois ‘tutores’ (Morais Cabral e Miguel Teixeira e Melo). A coluna foi chamada ‘Riqueza das Nações’, e trazia uma visão liberal à análise da economia portuguesa de então. Durou até à minha incursão americana, período em que tive a sorte de ser chamado a escrever naquela que considero a melhor coluna colectiva de economistas em Portugal, e que deixou marca relevante no pensamento económico indígena: ‘A Mão Invisível’. A este zénite editorial seguiu-se, já no ‘cavaquismo’, o flop que foi a segunda ‘Riqueza das Nações’, no ‘Expresso’, demasiado complacente com o poder de então. Só voltei a escrever regularmente em 2001, novamente no ‘Expresso’, na ‘Sociedade Livre’, com os ‘suspeitos do costume’.

Sendo esta uma coluna individual, não aspira a ser comparada com as que atrás relembrei. Só que, como todas, e porque a economia nacional está muito longe de ser livre, vai herdar a linha condutora do passado: a defesa de uma sociedade livre e de uma economia de mercado. Daí o título, daí o propósito, mesmo agora que o tempo político aponta no sentido contrário.

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