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Correio da Manhã

Opinião
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18 de Novembro de 2012 às 01:00

Se o disse por convicção e com fundamentos, esta proclamação equivale a um atestado de menoridade e inconsistência à economia! Mas a gente pergunta: com os 50% da confiança não se pagam dívidas, nem se compram alimentos para a nossa mesa ou medicamentos para a doença.

Mal por mal, será bom interpelar os economistas e financeiros, questionando-os sobre os ‘porquês’ de tantos falhanços nas previsões e nas receitas macroeconómicas! É que, como diz o bom povo, "a confiança não se exige; merece-se". Talvez por isso, por não merecerem a CONFIANÇA dos povos que governam, os economistas e os políticos, entre outros, andam pelas ruas da amargura!

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