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Correio da Manhã

Opinião
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29 de Outubro de 2009 às 00:30

A partir daí, Costa optou pelo paradigma básico de qualquer ministro que preze a sua sobrevivência: a invisibilidade. Cultivou esse dote, em si natural, aliás, com invulgar mestria: esquivou-se, sumiu--se, em suma, aguentou-se inocuamente em funções. Na sala dos Conselhos de Ministros deveria existir um retrato desta figura tão expressiva da arte de mal governar em Portugal – para lembrar aos outros que não deixar qualquer marca é sinónimo de uma vida política próspera e sã.

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