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Correio da Manhã

Opinião
Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Carlos Garcia

Modas integradoras

Duarte Nuno, Presidente do novo Instituto de Medicina Legal e Ciências Forenses, defende a concentração no seu instituto do Laboratório de Polícia Científica e de outras estruturas, por razões de harmonização procedimental, qualidade da prova e economia, sublinhando ser uma tendência internacional.

Carlos Garcia 9 de Setembro de 2012 às 01:00

Disse que quem se opõe orienta-se por interesses institucionais, corporativos e pessoais. Dizemos: argumentos para dourar uma solução que ela sim tem subjacentes interesses económicos/ /empresariais e vai ser espaço privilegiado para interesses pessoais. Inspirando-se na estratégia securitária que duplicou/ /triplicou estruturas e dividiu competências de investigação criminal para gerar conflito e depois justificar a criação da Polícia Nacional, também no domínio das ciências forenses se duplica estruturas e competências para criar confusão e se justificar a necessidade de fusão. Os exemplos que deu de modelos concentracionários são casos isolados muito contestados, por exemplo, pelos directores dos laboratórios do FBI, BKA alemã ou Polícia Nacional francesa. E por nós.

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