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Correio da Manhã

Opinião
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11 de Junho de 2011 às 00:30

Quando descobrir que o grupo de Nick Hemming já vai na segunda obra-prima (dois anos depois de ‘The Sleeper’), admitirá que, nestas veias, correm todas as heranças britânicas, dos Kinks de Ray Davies aos Divine Comedy de Neil Hannon.

Canções que se cantarolam e que extasiam, tudo ao mesmo tempo. A carga pop não é desmentida pela presença de violino, contrabaixo, flauta, sinos e muito mais. Modernos sem fronteiras, estes ingleses renegam os dias de chuva: apostam forte num catálogo de cores que seduz e arrebata. Valor seguro.

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