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Correio da Manhã

Opinião
Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Joana Amaral Dias

Moita-carrasco

Além do objectivo de evitar a vinda do FMI, São Bento e Belém partilham, nestas presidenciais, outro denominador comum: o apelo ao silêncio. O Presidente requer que não critiquem os mercados. Que, perante a ofensiva, se "coma e cale".

Joana Amaral Dias 13 de Janeiro de 2011 às 00:30

E nada esclarece sobre o BPN.Já o Primeiro-ministro entende que o melhor é "não falar" sobre a ajuda internacional. Também o Ministro das Finanças censura quem discute o BPN. O Presidente agradece. Pelos critérios de Cavaco, Sócrates e Teixeira dos Santos, sobre a crise, as respectivas respostas e o banco que ficará para a história como o escândalo do regime, os portugueses deveriam ficar quietinhos e calados. Vingassem estes critérios e sobre nada relevante se poderia falar, mesmo durante uma campanha! Enfim, estes ‘xius’ e ‘caludas’ dizem tudo sobre a concepção de democracia de quem os profere. E sobre o que os une.

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