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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Paulo Fonte

Muito pouco de futebol

Já formatado com o discurso à Porto, o treinador Paulo Fonseca disparou ironia contra Jorge Jesus, o técnico que, na versão azul-e-branca, tem o poder de, com apenas uma frase, condicionar as arbitragens.

Paulo Fonte(paulofonte@cmjornal.pt) 28 de Setembro de 2013 às 01:00

Para lá da sobrevalorização como fuga para a frente, limpinha, limpinha é a derrota do futebol nos momentos extrajogo sucedidos em Guimarães e no Estoril.

Ninguém sai inocente. Jesus teve uma abordagem excessiva numa ação que pretendia ser boa. Acabou a pedir desculpa num gesto pouco comum de humildade. Do outro lado, o excesso de zelo das autoridades dominou, de forma visível, o uso do bom senso. Na Amoreira, uma suposta agressão por parte de um dirigente portista ao presidente da Associação de Futebol de Lisboa deu a conhecer um homem com um discurso lança-chamas capaz de inflamar a tribo do futebol. Apenas uma sugestão.

Quando Lourenço Pinto, presidente da Associação de Futebol do Porto, recupera o caso Calabote para exemplificar o temor quanto aos erros dos homens do apito, recomendo apenas, para as gerações mais novas perceberem do que fala, que demonstre o seu medo com as viagens pagas a árbitros e os casos da ‘fruta’. Assim, é garantido que todos vão entender a mensagem.

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