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Correio da Manhã

Opinião
30 de Maio de 2007 às 00:00
Mas este não foi um caso isolado – afinal, terão existido meia dúzia de situações análogas na mesma DREN. Numa delas, a conversa particular de um professor, por acaso cego de nascença, terá sido delatada pelo mesmo pressuroso servidor da causa pública que traiu Charrua.
Duas ilações: a atitude repressiva da directora Margarida Moreira não se tratou de um erro ocasional mas sim de um perigoso parâmetro de conduta.
Depois, só se falou tanto de Charrua porque se tratava de um ex-deputado laranja que conhecia as pessoas certas para mediatizarem o que interessava.
Nos cinco casos anteriores, ninguém soube e também ninguém quis saber.
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