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Correio da Manhã

Opinião
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17 de Março de 2007 às 00:00
Os actores entram e saem de cena quase sem darmos por isso, os (poucos) adereços que os apoiam aparecem e desaparecem quase como que por magia, tudo flui com uma naturalidade impressionante, com os ritmos cubanos em fundo.
E depois há os actores... Numa peça sem papéis de destaque, a não ser, claro, o de Annie (mais uma vez, Ana Brandão de parabéns), destaca-se Lídia Franco, inspiradíssima, na pele da mãe repressiva.
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