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Correio da Manhã

Opinião
17 de Junho de 2010 às 00:30

Porém, essas informações não são obtidas dos espíritos ou dos deuses, como alguns supersticiosos acreditam. Também não resultam do pensamento indutivo ou de cálculos dedutivos, como alguns cientistas afirmam. São adquiridas por espiões, cuja função é conhecer bem as capacidades e as intenções do inimigo.

No futebol é igual, pelo que a Selecção, para vencer o próximo jogo, deve usar activamente os seus espiões na pesquisa de informações sobre os jogadores e as tácticas da Coreia do Norte. Tal como fazem os generais, só depois de analisar essas informações, o Prof. Carlos Queiroz poderá conceber e pôr em prática a equipa e o esquema de jogo mais eficazes. Por isso, a aquisição bem sucedida de informações sobre a equipa norte-coreana, que treina sempre à porta fechada e tem 20 atletas praticamente desconhecidos, por jogarem em clubes do seu país, será um factor determinante no resultado da próxima partida.

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