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Correio da Manhã

Opinião
29 de Janeiro de 2008 às 00:30
Comparado com isto um retrato-robô é uma glória para o intelecto e para o artesanato. Implica relacionamento humano, memória, capacidade descritiva, habilidade para o desenho e muita, muita imaginação. No domingo, no Algarve, Pauline Douglas, uma reformada de Manchester, com 73 anos, passeava na praia de Altura e viu o Quim Nóia na labuta da conquilha.
Teve a certeza. Telefonou aos jornais ingleses a anunciar a descoberta do raptor de Maddie. O Quim sente-se honrado com a atenção da imprensa mundial. Mas não consegue parar de rir. Acredito que seria bom negócio criar uma empresa de retratos-robô.
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