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Correio da Manhã

Opinião
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24 de Julho de 2010 às 00:30

Como compreender a venda de vários estabelecimentos prisionais, como o EP de Lisboa e o EP de Pinheiro da Cruz, não tendo entretanto o Estado construído cadeias para os substituir, e estando neste momento a pagar renda pela utilização dos mesmos? Quais os valores envolvidos e quem são os beneficiários? Como compreender o fecho do Tribunal da Boa Hora e o arrendamento do Campus da Justiça?

Que estranho negócio é este que agora até já se equaciona entregar, em troca, o edifício do Limoeiro, onde funciona o CEJ, à empresa a quem foi cedido/vendido aquele Tribunal, para instalar um hotel de charme? Ainda para mais com as consequências, esta semana divulgadas, do erro daquela mudança, em termos de segurança e funcionalidade. Que empresas e empresários estão por detrás destas vendas e arrendamentos?Serão estas empresas e estes empresários financiadores de algum partido político? Nunca o saberemos, com o actual quadro legal, que não permite esse controlo.

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