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Correio da Manhã

Opinião
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30 de Outubro de 2005 às 00:00
Apesar de viver nos Estados Unidos, Rodrigo Costa tem acompanhado os projectos tecnológicos portugueses, tendo deles uma percepção “muito positiva”, confessou ao CM.
Este especialista, que esteve onze anos como responsável máximo da Microsoft em Portugal, admite que os problemas que o País enfrenta são “estruturais”, mas similares aos de outros países europeus.
“A falta de riquezas naturais e a dificuldade de competir com os países asiáticos na área industrial tornam a nossa situação macroeconómica ainda mais preocupante”, acrescenta.
No entanto, “a aposta nas tecnologias de informação e na qualificação dos trabalhadores é um claro factor crítico de sucesso nas economias desenvolvidas e este plano tecnológico aponta claramente nesse sentido”, defende.
Por outro lado, a plataforma para a Inovação, Exportação e Competitividade “contém medidas muito interessantes e que puderam ajudar a transformar a cultura empresarial do nosso país, introduzindo alguma necessária sofisticação nos métodos de planeamento, medição e comparação de sucesso e rentabilidade entre empresas de modo a que o Estado e os investidores privados possam analisar melhor as oportunidade de negócio.”
No que diz respeito à ciência, tecnologia e educação, os planos “são muito dinâmicos” e com uma “estratégia correcta”.
O novo responsável não executivo, que responde directamente ao CEO da PT, Miguel Horta e Costa, apresenta um currículo internacional numa das mais importantes empresas do mundo e numa área fundamental para a maior operadora portuguesa de telecomunicações.
Possui também um ‘galardão’ de prestígio, ao conseguir colocar a Microsoft Portuguesa, no ano 2000, no primeiro lugar do Best Workplaces in Portugal.
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