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Correio da Manhã

Opinião
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24 de Outubro de 2009 às 00:30

É necessário ouvir e dialogar, procedendo às reformas que se impõem, começando por alterar o rumo definido com a reforma penal e processual de 2007. Espero que devolva à Polícia Judiciária o papel de fiel da balança entre o sistema de segurança interna e o sistema de justiça, fazendo frente à cada vez mais frequente intromissão na justiça. A questão está em saber se o novo ministro terá tempo para ouvir e proceder às reformas. O nosso país não sabe viver com governos de maioria relativa, cuja governação necessita de diálogo. As maiorias absolutas têm trazido arrogância e, no caso da justiça, cegueira e surdez. Agora com um novo papela desempenhar pelo Parlamento, uma maior intervenção, espera-se que o ex-parlamentarista consiga recuperar a credibilidade da justiça e das classes profissionais fortemente divididas.

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