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Carlos Anjos

O crime de Coimbra

Hoje assumo-me como quadro da PJ. A instituição vive um momento difícil devido ao crime que se suspeita ter sido cometido por uma sua inspectora – matou a avó do marido, tendo-a atingido com 13 disparos.

Carlos Anjos 30 de Novembro de 2012 às 01:00

É nos momentos difíceis que aqueles que sentem a instituição se devem unir em redor dela. Não escrevo estas palavras para criticar a colega suspeita. A cruz daquele crime, a confirmar-se a sua autoria, vai carregá-la o resto da vida.

A minha colega, a confirmar-se o seu acto, retirou a vida a uma pessoa, mas ao mesmo tempo retirou a si própria a possibilidade de ver crescer o seu filho. Não tenho interesse nenhum em tentar perceber os motivos que a terão levado a cometer tão louco crime, porque não existem motivos para isso, por muito grandes que fossem os seus problemas e as desavenças com a vítima.

No meio desta situação miserável quero apenas louvar os meus colegas que rapidamente resolveram o crime, que demonstraram que não existem pessoas acima da lei. O brio e a capacidade daqueles inspectores são a única coisa boa que ressalta desta situação. Orgulho-me de ser vosso colega.

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