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Correio da Manhã

Opinião
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8 de Fevereiro de 2009 às 00:30

E durante os primeiros três anos tudo fez debaixo daquele sufoco: cortou nas pensões, nos hospitais, nas escolas e universidades, nos funcionários, nos militares, na despesa primária e na corrente.

Quando Sísifo já chegava com a pedra ao destino, eis que a crise económica, qual Zeus, obrigou de novo a rolar a pedra do défice. Já nem falo da Irlanda com a estimativa de 11% para 2009, ou da Espanha com uns claros 6,2%. Nem da França que confessa ultrapassar os 5%. Refiro-me ao nosso Orçamento de Fevereiro que aponta para os 3,9%, quando em Outubro já se via o topo da montanha com o 2,2% do PIB.

Sísifo volta a carregar a pedra do défice. Agora da Banca…

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