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Correio da Manhã

Opinião
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13 de Junho de 2006 às 00:00
É assim que a política desce à terra e a televisão capta o momento fundamental. Que não está programado, como as palavras de Sócrates, antes e depois do jogo.
Quando há golos, as televisões enchem a barriga de tanto alimento. No jogo só houve um e, por isso, no dia seguinte, telejornais e especiais sobre o Mundial passaram, vezes sem conta, o arranque de Figo e o remate fulminante de Pauleta.
É bonito de rever. Entre Sampaio e Pauleta há algo em comum: a espontaneidade.
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