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Correio da Manhã

Opinião
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28 de Abril de 2011 às 00:30

Não são só os utentes que têm razões para se queixar. Também a classe médica não se revê em muitas das opções políticas no sector, mostrando-se insatisfeita quanto às condições de trabalho, para além de revelar desconfiança quanto à organização e funcionamento das próprias unidades operativas de saúde.

Dito desta maneira, parece-me oportuno esclarecer os leitores de que não tenho qualquer obsessão pela identificação do errático, do não conseguido, das incoerências do sistema de saúde. Aproveito mesmo para evidenciar aquela que considero a grande aposta iniciada em 2004 e que está na acção concreta a dar resultados positivos.

Refiro-me aos Cuidados Continuados Integrados. Aqui não resisto a afirmar que o município de Loulé, ao ter contribuído de forma tão significativa para a recuperação patrimonial e funcional do Hospital da Misericórdia, permitindo alargar a oferta nos Cuidados Continuados, mostrou que os decisores locais podem contribuir para a melhoria do SNS.

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