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Correio da Manhã

Opinião
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Eduardo Dâmaso

O Estado gordo

Há uns cépticos por aí que consideram ‘migalhas’ os cortes que se podem fazer no Estado. Resumem a coisa a uns institutos e fundações.

Eduardo Dâmaso(eduardodamaso@sabado.cofina.pt) 23 de Agosto de 2011 às 00:30

Ora, se só um ministério despende 4 milhões em rendas das Lojas do Cidadão, muita despesa oculta e atacável deve haver. Se nos lembrarmos dos milhões das rendas do Campus de Justiça e do património do Estado vazio, talvez se encontrem soluções. Se olharmos para as parcerias público-privadas e para a miríade de sociedades anónimas de capitais públicos criadas para as expos, euros-2004 e capitais da cultura, talvez se cortem mais milhões. O Estado português é gordo, esbanjador e está cheio de clientelas. Reduzir isso a fundações e institutos é só para inglês ver.

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