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Correio da Manhã

Opinião
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João Vaz

O Estado na mama

O Estado tem funções sociais importantes. Uma sociedade pensar viver delas é uma tragédia. No entanto, é o que se vê: os artistas reclamam investimentos públicos para estimular a criatividade; os banqueiros dedicam os recursos financeiros ao serviço do endividamento do Estado porque a dependência e promiscuidade os tornam mais poderosos; os carenciados só pensam em subsídios que lhes estabilizem a sobrevivência; os empresários guerreiam-se para produzir para o Estado, porque é o cliente que garante maiores lucros sem nenhum risco.<br/><br/>

João Vaz 26 de Agosto de 2012 às 01:00

Não é necessário prosseguir por todas as letras do dicionário, falar de médicos ou de professores, porque eles próprios aproveitam todos os momentos para destacar a imprescindibilidade do Serviço Nacional de Saúde e da escola pública.

Com este estado social, não há sociedade que aguente. Há que pagar tantos impostos que não sobeja capacidade para criar riqueza. Fica fácil perceber por que a economia está em recessão. E por que o Estado tende a cercear a liberdade e a acabar com a justiça. O Estado não pode ser inimigo dos cidadãos nem transformar o País num campo concentracionário de contribuintes.

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