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Correio da Manhã

Opinião
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15 de Janeiro de 2006 às 00:00
Em suma, foi um líder de um partido com sentido das responsabilidades de Estado, sem perder em eficácia ou energia. Defendeu, com elevado sentido democrático, a sua dama sem ferir a honra da outra, aquela com quem vai coabitar pelo menos quase quatro anos. Sócrates mostrou o nível que atingiu já como líder político. Estamos perante uma figura emergente para a qual a História pode reservar lugar, caso consiga levar avante as reformas já em curso.
O drama é, depois do brilho de Sócrates, ver subir ao palco Mário Soares e os seus fantamas. O instinto leva-o a pegar no que produz a espuma dos dias. Agora são as escutas a que estão sujeitos “os portugueses”. Que portugueses?
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