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Correio da Manhã

Opinião
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João Vaz

O Governo que se segue

O próximo ainda não será o Governo de Passos Coelho, em que, sem o desejar, ele admite trabalhar com o FMI. Ainda estamos antes. Apesar do que apontam as sondagens, a aprovação do Orçamento de 2011 deu mais um fôlego a Sócrates.

João Vaz 28 de Novembro de 2010 às 00:30

A proverbial determinação política do primeiro-ministro Sócrates é, contudo, igual à do estoira-vergas que arruína a família.

E na comparação não está em causa que o Ferrari seja um bom carro ou que as novas tecnologias e as energias alternativas são o futuro.

O problema está na mitomania, no que se esconde.

Os economistas portugueses dividiram-se há um ano e meio em manifestos.

Uns diziam que Portugal tinha um grave problema de endividamento público; os outros clamavam pelas grandes obras públicas. Os primeiros – Medina Carreira, Eduardo Catroga, Daniel Bessa – viram-se condenados por quem governa.

Ao topo da segunda lista, os ‘31’, Sócrates foi buscar um ministro das Obras Públicas, António Mendonça, que se revelou provocador incontido com o TGV.

O que se anuncia, no governo que se segue, é mais do mesmo. Por exemplo, Luís Nazaré, outro dos ‘31’ estoira-vergas do endividamento público.

Não há sinal de paragem no assalto, com impostos, ao que os portugueses ganham a trabalhar.

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