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Correio da Manhã

Opinião
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2 de Outubro de 2013 às 01:00

É este o modelo que encontramos pela Europa. Em Portugal, o governo trata de tudo e as sobras ficam para as autarquias. Creio que tanto governo como autarcas gostariam que fosse diferente, mas o primeiro não se consegue impor à burocracia e os segundos são incapazes de assumir a prévia fusão de municípios de que depende uma efetiva descentralização.

Assim, ao Ministro da Educação e sua equipa, o tempo que lhes falta para pensar estratégias e consequentemente sobre a integração do inglês no currículo do 1º ciclo, sobra-
-lhes para tratar da colocação de professores, dos horários-zero ou da constituição de turmas. Questões importantes, sem dúvida, mas que qualquer serviço municipal de educação ou direção escolar poderia ter resolvido com melhores resultados, garantindo um arranque do ano letivo mais tranquilo.

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