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Correio da Manhã

Opinião
9
26 de Março de 2007 às 00:00
Aliás, o seu maior mérito foi rodear-se de uma equipa brilhante: o jogo de luzes (sempre mutável) de Nuno Meira faz muito pelo espectáculo, dando-lhe um ar sombrio e assustador, assim como a música, extraordinária, de Bernardo Sassetti, que separa as cenas anunciando os estados de espírito das personagens e os dramas que estão para vir.
Se o texto é consistente – e vai melhorando até ao fim, à medida que se complexifica – os actores desempenham os seus papéis discretamente.
Ao lado de Diogo Infante e Eunice Muñoz, em interpretações rigorosas, estão Isabel Abreu e a estreante Lucília Raimundo, que impressiona pela forma como compõe uma personagem ao mesmo tempo frágil e segura.
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