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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Miguel Alexandre Ganhão

O Notário da crise

A poucos dias de trocar Lisboa por Frankfurt, onde vai ocupar o lugar de vice-presidente do Banco Central Europeu, o governador do Banco de Portugal reuniu na terça-feira um grupo de jornalistas amigos para se despedir.

Miguel Alexandre Ganhão(miguelganhao@cmjornal.pt) 22 de Maio de 2010 às 00:30

Nesse grupo restrito, Constâncio fez desabafos sobre a situação da economia portuguesa, e até se terá manifestado defensor de uma intervenção do FMI em Portugal. Uma posição que, garantiu, nunca poderia tomar em público enquanto governador. O consulado de Constâncio é de má memória; em 2005, depois da saída de Bagão Félix, faz um relatório que punha o défice nos 6,83% com base em previsões. Mas em 2009 e 2010 foi incapaz de prever a maior derrapagem das contas públicas de que há memória.

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