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Correio da Manhã

Opinião
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João Vaz

O ódio aos ricos

O assalto fiscal desencadeado pelo Governo, ciosamente unido na manutenção de um Estado insaciável, amesendado e perdulário, descobriu ricos de que não se suspeitava. Começam nos 700 euros de rendimento de trabalho por mês. A medida lembra a forma como os comunistas atacavam há 50 anos os proprietários rurais do centro e norte do País que trabalhavam a terra de sol a sol e comiam caldo, batatas e tomate.

João Vaz 28 de Outubro de 2012 às 01:00

O mundo dá todos os dias motivos de reflexão: A China cortou o acesso net ao ‘The New York Times’ por o jornal dos EUA publicar documentos sobre a riqueza da família do primeiro-ministro Wen Jiabao, calculada em 2,079 mil milhões de euros. A denúncia do enriquecimento à custa do Estado de "uma família extremamente pobre" há 60 anos veio do grupo de Bo Xilai, a ex-estrela do PCC agora condenado ao opróbrio.

Em Portugal, também há casos que fazem pensar: Negócios do Freeport, manigâncias no Face Oculta, desvios nos bancos, corrupção na evasão fiscal e o que mais que se descobre em cada dia.

O ódio aos ricos e o ódio aos pobres são a mesma coisa. Melhor do que os ricos pagarem a crise era trabalhar por um Portugal onde não se atirassem pessoas para a pobreza.

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