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Correio da Manhã

Opinião
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10 de Novembro de 2007 às 00:00
Quem se levantou de novo na AR foi Santana Lopes, num duelo de cinco minutos com José Sócrates. Perdeu irremediavelmente por aceitar armas tão desiguais.
Emídio Rangel, ao menos, deu às duas criaturas um tempo semelhante ao domingo no horário nobre da RTP. Mas na AR não há dessas contemplações. No Parlamento, o regimento e a palavra substituíram o veneno e o punhal renascentistas. José Sócrates aprendeu isso mais depressa do que Santana Lopes.
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