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Correio da Manhã

Opinião
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21 de Abril de 2007 às 00:00
No open space de um terceiro andar do edifício no Palácio dos Congressos, onde faz consultoria pela a Altran, ou na sede da candidatura de Ségolène Royal, ele é o porta-voz para os portugueses.
O curioso é que este militante PS, filho de uma mulher de Chaves e de um homem do Fundão, não é português nem verdadeiramente da Ségolène. A sua única nacionalidade é a francesa, mas gosta de passar férias em Cascais e fala lindamente a língua de Camões.
Relativamente a Ségolène sabe o que é política e matraqueia o que é preciso dizer antes de uma votação: Ségolène é o bem e os outros a desgraça. É um jovem trintão inteligente e ambicioso. Quando fala de medidas PS, como o horário de trabalho das 35 horas semanais, deixa escapar um sorriso. E confessa: “Eu trabalho 72 horas por semana”. E faz-lhe bom proveito.
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