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Correio da Manhã

Opinião
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Carlos Anjos

O real e o acessório

Neste momento, já não importa o conteúdo do relatório sobre a fuga de informação nas secretas. O importante é saber se os intervenientes são da Maçonaria.

Carlos Anjos 6 de Janeiro de 2012 às 01:00

Sendo isto muito importante, para não criar um Estado dentro do Estado ou que aconteça em Portugal um novo caso P2, o importante é apurar responsabilidades sobre a passagem de informações secretas para entidades que nada tinham a ver com os serviços, ou a utilização das secretas para fins diferentes daqueles para que foram criadas. Se no interior dos serviços houve más práticas, devem ser apuradas e os autores devidamente punidos, sejam da Maçonaria, de uma outra qualquer obediência, de qualquer partido ou grupo económico ou de pressão. As pessoas podem filiar-se naquilo que bem entenderem.

Não podem é com isso ter privilégios que os não filiados não têm, nem estar acima da lei. Esta tem de se aplicar a todos. A desilusão com o relatório é que ele não apura responsabilidades individuais. Não me interessa que o responsável seja a Maçonaria. Gostava era de saber quem foram individualmente os responsáveis e quais as consequências. Isto é que era importante. O resto é ficar tudo na mesma.

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