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Correio da Manhã

Opinião
3 de Maio de 2006 às 00:00
Lucas Pires e Freitas responderam à revelia por “traição” (um substantivo caro ao dr. Portas). Esgotado o seu prazo, o dr. Monteiro foi varrido sem considerações.
Este paciente exercício devia ter aliviado o partido, devolvendo-o à paz e reduzindo-o ao essencial: o dr. Portas e umas dúzias de hologramas, que ele manipularia de acordo com o calendário eleitoral. Devia, se a vitória de Ribeiro e Castro há um ano não tivesse interrompido a coerência do destino. Mas o dr. Castro é uma anomalia, a corrigir no tempo próprio. Para efeitos práticos, a galeria dos presidentes do CDS é uma parede vazia, a não ser pelo retrato do dr. Portas no Caldas e pelo original do dr. Portas na SIC Notícias.
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