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Correio da Manhã

Opinião
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24 de Janeiro de 2012 às 01:00

Há uma estrutura-base, uma ideia de jogo assimilada, jogadores que estão juntos há anos e, claro, o plantel mais rico do país – em qualidade e versatilidade. A abundância de alternativas quase obriga Jesus a uma gestão racional e equilibrada da matéria-prima. Que ele não fez na época passada. Os dois últimos jogos mostraram como o ‘banco’ é forte e pode ser decisivo – Nolito pulverizou o Santa Clara e Aimar e Bruno César arrumaram o buliçoso Gil Vicente. O próprio treinador parece mais sereno, menos histriónico e, arrisco dizer, mais lúcido – nem 80, nem oito. Este é o tempo do equilíbrio. Da maturidade.

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