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Correio da Manhã

Opinião
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Piloto morre em corrida de motos no Estoril

Armando Esteves Pereira

Opções e equívocos

A crise financeira não pôs apenas a nu a falta de escrúpulos e a ganância dominante do actual capitalismo financeiro. Também revelou a incapacidade dos economistas para entender os novos processos de globalização e tornou mais evidente a falta de liderança política. O dominó da crise global afectou a confiança na Banca e grandes instituições ruíram.

Armando Esteves Pereira(armandoestevespereira@cmjornal.pt) 27 de Novembro de 2008 às 00:30

A pior consequência é que ninguém ainda sabe como acabar com este tsunami que contagiou a economia real de uma forma inédita desde o crash de 1929. Os Estados Unidos da América e a Europa injectam milhões na economia, mas não se sabe se os cheques são suficientes.

Em Portugal, já antes da crise o Governo de Sócrates era adepto do investimento público, com a aposta forte no novo aeroporto e no TGV. Já a líder da Oposição diz que se for primeira-ministra suspende todos os megaprojectos de investimento não rentáveis e com essa despesa provavelmente baixará os impostos.

Manuela Ferreira Leite é uma respeitada economista, mas os investimentos públicos têm vantagens sobre a baixa de impostos – criam mais emprego e dinamizam a economia.

A baixa de impostos aumenta o consumo, o que em Portugal significa aumentar as importações e mais drenagem de riqueza portuguesa para o estrangeiro.

 

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