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Correio da Manhã

Opinião
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18 de Fevereiro de 2012 às 01:00

Para os membros da Troika, o modo como se organiza a administração da Justiça só tem interesse na medida em que seja factor de eficiência para a economia, sendo indiferentes aos demais factores.

Porém, para quem trabalha nos tribunais e, acima de tudo, para os cidadãos, outros factores são igualmente importantes já que os tribunais não são (nem devem ser) "unidades produtivas para despachar processos" mas sim órgãos de soberania com a função de administrar a Justiça.

Se esta exige eficiência, também reclama independência, proximidade, competência, acessibilidade e uma boa dose de Humanismo.

Afinal de contas, por detrás de cada processo, há pessoas.

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