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Correio da Manhã

Opinião
17 de Março de 2009 às 00:30

As organizações criminosas, pioneiras na adesão ao desenvolvimento tecnológico e no recrutamento de ‘cérebros’ e ‘mão-de-obra qualificada’ em áreas estratégicas – economia, gestão, direito, tecnologias da informação, telecomunicações, etc. – evoluíram para estruturas altamente sofisticadas e especializadas com a capacidade de se dedicarem, simultânea e eficazmente, a um extenso leque de actividades ilegais, que porquanto paralelas a outras quantas legais passam completamente despercebidas aos mais variados níveis de controlo, mesmo aos de índole social. Todos aqueles recursos representam para a investigação criminal as dificuldades inerentes à própria estrutura criminosa.

Mas o que objectivamente impõe fragilidades no combate ao crime organizado é o constante desinvestimento nos recursos materiais e humanos da PJ e isso… só depende da vontade do poder político.

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